Mostrando postagens com marcador transporte. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador transporte. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

E o assunto agora é: metrô

Nenhum comentário:
Ando de ônibus e metrô em São Paulo praticamente todos os dias há alguns anos. Que ter metrô perto de onde se quer chegar é muito bom, ninguém discorda, e eu, menos ainda.

É sabido, também, que o metrô opera acima do beirando o limite de sua capacidade. Se você tiver pego metrô alguma vez em horário de pico, já sabe do que estou falando.


Mas o que eu quero dizer, afinal? Bem, para evitar transtornos ainda maiores do os que vemos todos os dias, a estratégia é basicamente de tentar conter o fluxo de pessoas. Por exemplo: liberar poucas catracas para entrar nas estações e a operação Embarque Melhor na estação Sé.


Esta manhã, percebi algo que vejo acontecer todos os dias de um jeito diferente. Na ligação das estações Consolação e Paulista, há esteiras para agilizar o trajeto, já que a distância é razoavelmente grande. Agora o detalhe: sempre tem pelo menos uma esteira desligada. Eu sempre achei que fosse um caso de incompetência, mas considerando o fluxo de pessoas entre as estações e a disponibilidade de trens, pode não ser. Não duvido que seja somente uma maneira de evitar pessoas demais andando nos túneis.


Atenção: você acabou de ler mais um relato de usuário do transporte público de São Paulo.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Como ir para a USP do metrô Butantã

2 comentários:

Há 2 semanas tenho vindo para a USP pelo metrô Butantã. Sem dúvida que facilitou bastante, mas como a estação não é tão próxima da universidade, tenho de pegar um ônibus para chegar.

Atualização: essas recomendação não vale mais, pois agora há 2 linhas de ônibus do metrô para a USP circulando normalmente.

Bem, é aí que vou compartilhar minha visão. Eu vejo dois jeitos de se chegar: um mais fácil e outro mais rápido. Vamos a eles.

O jeito fácil

Na própria estação há um terminal de ônibus; um dos que sai de lá vem justamente para a USP. Portanto, é uma opção sem grande chance de erro, boa para quem não conhece a região. Só tenha um cuidado: esta linha só funciona enquanto o metrô está aberto (entre 8h e 15h, por enquanto).

O jeito rápido

Se você souber andar na região, há uma opção mais rápida para chegar até a USP: pegar ônibus fora da estação. É claro que vai ser necessário andar um pouco, mas nada além de 5 minutos. A grande vantagem em pegar ônibus fora da estação é que há mais linhas disponíveis, logo, sua chance de chegar rápido é maior comparado a ficar na estação.

Aqui está o mapa da caminhada até a rua Valdemar Ferreira (a mesma do Rei das Batidas):

Neste ponto, as linhas para a USP são: 177H, 177P, 7181, 107T, 702U, 701U. Melhor que esperar por uma só linha, né?

sábado, 6 de setembro de 2008

Uso de transporte público supera individual em SP - Yahoo! Notícias

Um comentário:
Depois de 40 anos, o transporte coletivo supera o transporte individual em número de viagens. A pesquisa de Origem/Destino foi realizada pelo Metrô e pela CPTM (também conhecidos como Companhia do Metropolitano de São Paulo e a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos, respectivamente).

Curiosamente, o resultado é atribuído a investimentos no setor de transporte, principalmente no transporte sobre trilhos. Na verdade, é um "aumento brutal" no uso do transporte coletivo. Sim, no uso; a oferta mesmo continua aquém da demanda. Recentemente, o metrô paulistano vêm anunciando o transporte de quase 3 milhões de passageiros por dia [1]. Fica mais estranho quando o leitor lembra da entrega de 3 (!!!) estações novas nos últimos anos. Falando como usuário do transporte coletivo que sou, só sei que absolutamente todos os meios de transporte estão cada vez mais complicados com o passar do tempo.

[1] - O metrô anuncia 3 milhões na propaganda, mas os indicadores dão algo próximo de 2,5 milhões.

terça-feira, 20 de maio de 2008

Mudanças de trânsito em Sampa: para melhor?

2 comentários:
Há algum tempo atrás, a Prefeitura anunciou a probição de circulação de caminhões entre 5h e 21h (de segunda à sexta; aos sábados, das 10h às 14h), em certas regiões. Claro, muitos comerciantes não estão nem um pouco satisfeitos com a decisão, mas a alegação é que a medida era necessária. Hoje de manhã, na rádio Bandeirante, ouvi alguém da Secretaria de Transportes falando sobre o assunto. Ele falou algo sobre não ser justo restringir ainda mais a circulação de carros, pois o rodízio já está aí todos os dias. Além disso, estudam-se as exceções e como será a fiscalização, já que a restrição deverá começar no dia 30 de junho.

Agora a pergunta: vai resolver o problema do trânsito? Claro que não; minha hipótese é de melhoria no curto prazo. Nas vias muito críticas, talvez nem isso (as Marginais estão de fora da restrição, por exemplo). Imagino que a dinâmica será parecida com a do atual rodízio, na qual o trânsito melhorou no início, mas voltou a piorar com o crescimento da frota. A diferença aqui é a motivação inicial: o rodízio estaria aí para melhorar a qualidade do ar (incrível, não?). Ouvi uma frase ironizando a proposta: "vai ser carro pequeno ocupando lugar de carro grande".

O mais curioso é ler que São Paulo vai "parar" em cinco anos. Vira e mexe, eu vejo especialistas falando sobre priorizar o transporte público, sobre quantos carros são necessários para levar as pessoas em um ônibus e coisas do tipo, mas a luz no fim desse túnel ainda está longe.

sábado, 29 de março de 2008

Andando em Sampa

Nenhum comentário:
Essa semana, o governo municipal interferiu na circulação de pessoas. O prefeito Kassab anunciou mudanças mais gerais (como proibição para estacionar em certas ruas, intervenção em corredores de ônibus e outras) e uma mudança mais específica que passa quase despercebida. Essa última tem a ver com o Bilhete Único [1]. Antes, um bilhete podia ser validado, ou seja, se não houvesse crédito equivalente a uma tarifa, o pagamento em dinheiro permitia o uso do cartão em outras 3 viagens. A partir de hoje, a validação não poderá ser mais feita. Claro que isso não foi amplamente divulgado, pois em ano de eleição municipal, qualquer medida anti-popular não pega bem... sabe como é, né?

A alegação é que existem muitas pessoas fraudando o sistema, o que já teria causado um rombo considerável nas contas. O procedimento da fraude é o seguinte: alguém com o bilhete validado "vende" a passagem por um preço menor, o comprador passa com o bilhete e o devolve pela janela. Simples, né? Eu ando bastante de ônibus pela cidade e vi isso acontecer poucas vezes, por isso, duvido da veracidade do levantamento da Prefeitura. Ok, não vi o levantamento para questionar, mas esse não é realmente o ponto.

Vamos admitir que esteja tudo bem fundamentado: como essa proibição resolve isso? O que o "meliante" vai fazer a partir de hoje é andar com o bilhete carregado, e vai voltar tudo ao estado inicial. Claro, o sujeito corre o risco de ser passado para trás, se o passageiro não devolver o bilhete. Mas vale a pena tirar o benefício anterior por isso?

¬¬

[1] - O Bilhete Único é um cartão eletrônico que permite ao usuário pegar até 4 ônibus em 2 horas pagando uma tarifa (R$2,30). Pagando um valor adicional (R$1,35), é possível substituir uma passagem de ônibus por uma passagem de metrô.