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terça-feira, 5 de agosto de 2014

Advanced Learning - parte 2

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Há algum tempo atrás, falei sobre um capítulo de livro que escrevi. O tema é bastante relacionado à minha dissertação de mestrado e trata, essencialmente, do processo de desenvolvimento de software para plataformas móveis, dando atenção especial para o projeto One Laptop per Child (OLPC).

Volto a falar neste assunto porque recebi um e-mail da editora dizendo que o capítulo atingiu 6000 downloads. Achei bastante impressionante e resolvi compartilhar.

O capítulo, assim como os demais do livro, estão sob licença Creative Commons. Fique à vontade para ler e compartilhar também!

terça-feira, 22 de setembro de 2009

redhat.com | Open Source World Map

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Ao assistir a palestra do Maddog, voltou a minha mente um mapa. Sim, um mapa. Um mapa mundi, devo dizer; desses com divisão política, mesmo. O grande diferencial é a indicação da adoção de software livre pelo mundo afora.

O Brasil é considerado um país com alto índice no mapeamento: 12º na classificação geral e 3º no setor governamental. Olhando essa classificação, fica claro a grande discrepância no setor empresarial, ocupando a posição 43.

Não sei como está a evolução do mapeamento, mas creio que a participação tende a aumentar, mesmo com uma grande parte dos usuários pirateando sistemas Microsoft. Isso é meu palpite em função das iniciativas de Universidades, de eventos de grande porte como o FISL e do grande impulso do governo federal.

Confira você mesmo o tal do mapa produzido pela Red Hat.

sábado, 19 de setembro de 2009

Maddog vai à Poli

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Ontem assisti uma palestra do Maddog na Poli. Não é a primeira vez que o vejo, mas sempre há algo novo a aprender na discussão sobre software livre. Digo isso pelo fato de a palestra ter sido basicamente sobre motivar pessoas a usar software livre em novos projetos e empreendimentos.

Esse é um assunto com o qual tenho uma familiaridade razoável. Aliás, software livre é o tema principal deste blogue. A parte mais interessante, inclusive, foi para quem o Maddog estava falando.

A palestra foi especialmente marcada para alunos do quinto ano do curso de Engenharia Elétrica (opção Sistemas Eletrônicos) cursando a disciplina de Projeto de Formatura. O convite foi feito pelo prof. Dr. Marcelo Zuffo, um dos coordenadores da disciplina.

Na seção de perguntas, ainda rolou um debate interessante sobre o papel de tecnologias e padrões livres em tempos de guerra. Uma discussão acalorada, mas bastante proveitosa.

sábado, 15 de agosto de 2009

Nokia 5310 Xpress Music no Ubuntu

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Há algum tempo atrás, comprei um Nokia 5310 XpressMusic. Escolhi esse modelo justamente por sua integração com o Ubuntu ser mais fácil (tinha apurado isso anteriormente, claro). Só para esclarecer, uso o Ubuntu Jaunty.

Pois bem, minha intenção era integrar o celular com o Rhythmbox via USB. Um 5310 normal funcionaria sem problemas, mas o que eu comprei é, na verdade, o Nokia 5310c2. Ao conectar o "normal", de uma amiga, o Ubuntu abria o Rhythmbox. Com o meu, apenas aparecia os arquivos do cartão de memória. Esta manhã resolvi dar um fim nessa história. As fotos abaixo ilustram a sutil diferença entre os modelos.

Nokia 5310 normal

Nokia 5310 c2

Ao procurar uma solução pela Internet, não obtive sucesso. Aparentemente, o meu modelo não é muito comum entre usuários Ubuntu. De qualquer modo, dei um jeito de hackear as coisas. O sistema funciona da seguinte forma: um dispositivo USB, ao ser conectado, aciona o HAL (Hardware Abstraction Layer). As configurações do HAL determinam o comportamento do sistema quando conectamos dispositivos USB. Para o caso específico de dispositivos de música (como MP3, IPod e celulares), o arquivo que guarda essas configurações é

/usr/share/hal/fdi/information/10freedesktop/10-usb-music-players.fdi


É um arquivo XML enorme, tem informações de um monte de dispositivos. Se você abrir este arquivo, deverá encontrar uma sessão marcada com
<!-- Nokia -->
que é exatamente onde ficam as informações dos celulares dessa marca (óbvio, né?). Aí tudo o que eu fiz foi acrescentar as linhas:


<!-- Nokia 5310 c2 Xpress Music -->
< match key="@storage.originating_device:usb.product_id" int="0x207">
< merge key="storage.model" type="string">5310c2</merge >
< addset key="portable_audio_player.access_method.protocols"
type="strlist" > storage < /addset >
< append key="portable_audio_player.output_formats"
type="strlist" > audio/aac < /append >
< append key="portable_audio_player.output_formats"
type="strlist" > audio/x-ms-wma < /append >
< append key="portable_audio_player.output_formats"
type="strlist" > audio/x-wav < /append >
< append key="portable_audio_player.audio_folders"
type="strlist" > Music/ < /append >
< /match >


De onde saiu a mágica? Bem, descobri o ID do produto (0x207) via "lsusb" e usei o mesmo conteúdo XML do Nokia 5310 normal. Simples. Agora, toda vez que conecto o celular, posso abrir o Rhythmbox para transferir músicas dentro do próprio Rhythmbox. Muito mais fácil do que transferir na mão.

Captura de tela: abrindo o Rhythmbox

A fonte de inspiração para a empreitada foi esta.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Catequese

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Este semestre estou cursando duas disciplinas na pós-graduação; uma delas é Programação Paralela e Distribuída. A disciplina trata de modelos e padrões usados em Computação Paralela e Distribuída, além de questões de desempenho. A mim interessa mais Computação Distribuída, já que mais a ver com meu Mestrado.

Os exercícios dessa matéria devem ser feitos na plataforma GNU/Linux. Um de meus colegas de sala, que tinha quase nenhum contato com GNU/Linux, deu uma "pescoçada" no meu Ubuntu e achou bonito. Estranhei, mas expliquei para ele como tinha feito as modificações e de onde vinham os efeitos 3D do meu GNOME.

Captura de tela do meu ambiente GNOME
Duas semanas depois, o mesmo colega me contou que aposentou o Windows! Ele ficou impressionado com a estabilidade e o desempenho do sistema. Também, comparando com o Vista é até covardia... hehehe. E ele nem estava usando o Ubuntu Jaunty, mas depois de eu ter mencionado o boot em 20s e outras coisas, ele prometeu fazer a atualização. Como ele me falou depois, fui praticamente o guia para meu colega vir para o "mundo Ubuntu". Bacana, né?

sábado, 25 de abril de 2009

Ubuntu Jaunty: impressões

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Essa semana fui obrigado a atualizar meu Ubuntu (do 8.10 para o 9.04) por conta de uma cagada que acho que fiz com o OpenOffice. Bem, baixei o CD e instalei via pendrive; o erro com o OpenOffice me levou a crer na formatação da partição "/" (root) como o mais seguro. A instalação não poderia ter sido mais simples: o novo instalador deu a opção de manter o Ubuntu 8.10 e o Windows, usando o espaço livre para instalar o Ubuntu Jaunty Jackalope. Como a rede sem fio foi detectada com facilidade, os pacotes de tradução foram baixados durante a instalação.

Depois de instalar e adicionar programas que uso com frequência, achei o desempenho do Compiz bem estranho. Os efeitos mais avançados, como o efeito de "queimar janelas" estava muito lento. Conversando com um colega de trabalho, confirmei a suspeita do driver de vídeo. A própria Canonical colocou isso nas notas de lançamento. Estou usando um HP Pavilion 2415us, com placa de vídeo Intel 945GM. Se você tiver o mesmo problema, tente instalar o driver de vídeo antigo. O desempenho ficou melhor que no Ubuntu 8.10! Dá pra acreditar?

No mais, está tudo muito interessante, começando pelo boot em aproximadamente 20s. O OpenOffice.org 3 também está funcionando perfeitamente dessa vez. As notificações do sistema estão bastante elegantes e a configuração de rede (via NetworkManager) está muito fácil e eficiente. Não precisei fazer configurações extras para as coisas funcionarem, fora a correção do vídeo (aliás, nem sei se conta essa, corrigi isso por querer usar os efeitos do Compiz). Interessante ver que o Ubuntu caminha para ser um sistema operacional eficaz para quem quer simplesmente instalar e sair usando. Um excelente sistema operacional, devo admitir!

sábado, 4 de abril de 2009

Mau humor

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Esta manhã estava de mau humor. Além disso, tinha sono e o metrô estava atrasado. Enfim, um verdadeiro "garoto enxaqueca", como diz a Nina.

Durante a viagem, fiquei ouvindo a conversa dos outros, claro; não havia nada melhor para fazer, afinal. Bem, três caras estavam falando sobre computadores, e fazendo recomendações sobre programas a instalar, configurações mais adequadas para comprar. A nuvem escura ainda pairava sobre minha cabeça, mas ainda assim, consegui dar uma risadinha. Um deles estava falando super bem do Windows Vista, com seus gráficos super legais e tudo mais. De repente, ele lançou duas pérolas:
  1. O Vista não deixa você instalar programas pirateados (!!!);
  2. O Vista Starter Editon é a melhor opção de compra.
O mau humor era tanto que consegui rir disso.

sábado, 31 de janeiro de 2009

Repositório de código

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Escrevi um plugin para o RhythmBox que atualiza sua mensagem de status do Pidgin há algum tempo atrás. Minha idéia era fazer algo parecido com o recurso "o que estou ouvindo" do MSN Messenger para o Rhythmbox com o Pidgin. Mas eu já tinha falado sobre isso.

A grande novidade é que criei um repositório público para o projeto, inspirado pelo Leandro e pela Nathy. Assim, as modificações que eu fizer no código ficam publicamente disponíveis. Qual a vantagem disso? Bem, se alguém quiser contribuir, é só mandar um patch, como qualquer projeto de software livre. Além disso, usar um repositório público é mais interessante que um repositório privado.

Ah! faltou o endereço do projeto no GitHub!

terça-feira, 4 de novembro de 2008

O tempo passa e a insegurança aumenta?

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Pois é. O número de computadores brasileiros infectados aumenta em 92% na comparação com o primeiro semestre do ano passado. Um número bastante espantoso, para mim pelo menos. Se eu fosse arriscar um palpite sobre o assunto, diria que tem a ver com o aumento na venda de computadores, impulsionado pelo programa Computador para Todos do Governo Federal.

Falando sem nenhum dado concreto, acredito que a maior parte dos usuários prefere a instalação de um sistema operacional pirata depois de comprar um computador desse tipo. O programa do Governo Federal inclui a distribuição de software livre com os computadores, mas os usuários finais continuam viciados no Janelas. Enfim, essa é uma explicação para esse aumento. Ainda assim, o relatório de segurança da própria Microsoft aponta um aumento no número de vulnerabilidades críticas na comparação com o primeiro semestre de 2007.

Espere um pouco: eu lanço uma atualização num software e ele fica mais vulnerável nas partes mais críticas? Curioso, né?

sábado, 6 de setembro de 2008

Mudando de sistema

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Li hoje algo interessante no Life Hacker: uma pesquisa sobre o motivo dos leitores terem passado a usar GNU/Linux no lugar de outro sistema operacional. Para ser mais específico, gostei de um comentário que afirma que Ubuntu é mais simples que Windows. Um exemplo disso é o sistema de atualização do Windows: digno de piada... hehehehe

Se você não sabe do que estou falando, veja só: alguma vez você teve de atualizar o Windows (ou até instalar um programa novo) e precisou reiniciar o computador? Ridículo, não? Tudo bem, talvez eu esteja pegando pesado aqui... voltando a falar em simplicidade, eu me referia ao gerenciamento de atualizações usado no Ubuntu [1], que é centralizado. Ou seja, não importa se a atualização tem a ver com partes obscuras do sistema ou com o meu navegador de Internet ou com meu processador de texto, basta eu dizer que quero atualizar.

Outro ponto com o qual me identifiquei foi o de o GNU/Linux te deixa ter o ambiente tão rico quanto minha imaginação e habilidade permitirem. Bem legal.

Post original
em inglês.

[1] - Na verdade, esse sistema não é exclusividade do Ubuntu, já que é uma herança dos sistemas Debian.

sábado, 2 de agosto de 2008

Enfim o Terra mostrou serviço, mas...

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Na manhã de ontem li no Br-Linux que o Terra enfim permite usuários de GNU/Linux usarem seu canal de TV. Há muito tempo vejo esse grupo reclamar por ser proibido de assistir os vídeos no Terra (estou incluso nesse grupo, aliás). O que acontece agora não chega a ser o ideal, já que o portal te dá uma mensagem de erro antes de permitir o carregamento do vídeo (testei com o plugin do MPlayer e funcionou direitinho). Aí me pergunto: estou errado por usar Ubuntu?

Entretanto, não fique tão empolgado, a coisa ainda é feia. Se você tentar usar o serviço Sonora, vai ser notificado de que não pode usar o serviço por não ter o MS Silverlight Player instalado. Claro, que não né? Não estou usando Windows! Logo abaixo, os usuários de GNU/Linux têm a indicação de um substituto para seu sistema operacional, o Moonlight.



Já é um grande progresso, se considerarmos a situação de antes, na qual o usuário não podia usufruir do serviço e ponto final. Eu cheguei até a mandar um e-mail para o atendimento do Terra quando ainda era assinante, daí o camarada me mandou instalar um plugin do ActiveX para o Firefox. Agora, pensa só: o plugin só era compatível com o Firefox antigo (1.5); além de ActiveX ser para Windows... mas isso é só um "detalhe".

Quer saber mais um detalhe? Se você quiser instalar o Moonlight, vai ter que se virar sozinho, o Terra não te dá nenhum suporte. Que se danem os usuários de GNU/Linux? Talvez, mas acho que ainda vai melhorar, afinal o Terra esteve no FISL esse ano.

domingo, 6 de julho de 2008

O poder da divisão

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A anarquia por trás dos projetos de software livre é impressionante. Nessa análise, o autor mostra números para dar força ao modelo colaborativo de desenvolvimento de software. Como sabemos a partir da experiência brasileira, há incentivo governamental para esses desenvolvimentos. Mas para mim, o mais impressionante é ver essas iniciativas descentralizadas darem muito certo.

Você pode concordar ou não com esse modelo. O difícil é pensar como fica a Web 2.0 sem software livre.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Pidgin + RhythmBox

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Continuei a incrementar meu pequeno plugin para usar as informações da música atual do RhythmBox como mensagem pessoal no Pidgin. Ele atualiza apenas do caso de o status do Pidgin ser "disponível". A mensagem pessoal é atualizada a cada música, a mensagem antiga é restaurada no caso de a música ser pausada.

Caso interesse, faça o download da nova versão.



I have written a RhythmBox that sets up current track information as your personal message in Pidgin. If your Pidgin status is "available" the message is changed; it also restores the old message in case the playback is paused.

You may download it here, it is a GPL software :)

domingo, 15 de junho de 2008

Matando o tempo

10 comentários:
Recebi uma reclamação ontem por não ter mais postado nada no blogue. A reclamação é justa, na verdade. Estive, entretanto, entretido com outra trapalhada (percebeu a aliteração? :P) : meu programa de tocar músicas no computador.

Uso quase exclusivamente Ubuntu, e vinha usando o Exaile como tocador de músicas, mas o projeto ainda não está no nível que eu gostaria. Resolvi parar no RhythmBox, que é o tocador nativo para ambientes GNOME. Experimentei alguns outros antes, como o Listen, GMusicBrowser e Amarok (que gostei mais, mas como precisa do KDE para rodar, não uso). Sempre havia um recurso que gostaria de usar mas não estava disponível. Um dia desses pensei: por que eu mesmo não adiciono as funcionalidades que desejo a um programa? E tenho feito isso mesmo!

Senti a falta de atualizar meu status do Pidgin automaticamente, usando as informações da música atual. O que fiz? Escrevi meu plugin para fazer o serviço, oras! Não é algo muito complexo, mas é um início. Escrevi em Python, e usei DBus, além das ligações do RhythmBox com Python, claro. Tive que caçar um bocado de detalhes a respeito do RhythmBox e do Pidgin, para entender como mandar informações de um lado para outro. No fim, não é algo realmente complicado, mas precisa entender o básico do DBus.

Para quem quiser se aventurar, vão alguns links:
Por fim, o link para download, sob licença GPL. Meu código foi inspirado no plugin IMStatus do Exaile. Para usar, você deve descompactar o conteúdo do arquivo na pasta "~./.gnome2/rhythmbox/plugins/imstatus/" e depois ativar em seu RhythmBox (testei na versão 0.11.2). Se tiver alguma sugestão ou crítica ou quiser reportar algum erro ou tiver alguma dúvida, deixe seu comentário :)

sábado, 3 de maio de 2008

Núcleo Linux

Um comentário:
Lendo um artigo no blog do Jonh Wendell, fui levado a ler sobre as estatísticas do desenvolvimento do Linux (em inglês), o núcleo dos sistemas operacionais GNU/Linux, como Ubuntu, Arch Linux, Fedora e outros.

Para quem não sabe, o núcleo é a parte do sistema operacional que gerencia, entre outros, a memória e o hardware. Para dar um exemplo, quando você aperta uma tecla do seu teclado, o núcleo é chamado para "interpretar" a tecla. Esse exemplo foi simples, mas o núcleo é uma das partes mais escabrosas de um sistema operacional.

Voltando: os números mais assustadores (para mim) ficam por conta do número de linhas adicionadas, apagadas e modificadas por dia: 3621, 1550 e 1425, respectivamente. Essa é a média dos últimos 2 anos e meio. Insano! E o detalhe: o código (incluindo documentação e scripts para compilação, mas esses são um percentual pequeno do total) está chegando à casa das 9 milhões de linhas! A última versão estável (2.6.24) tem simplesmente 1057 desenvolvedores e 186 empresas bancando o desenvolvimento. Daí a pujança do desenvolvimento.

O motivo de tantas empresas patrocinarem o desenvolvimento de software livre?
None of these companies are supporting Linux development as an act of charity; in each case, these companies find that improving the kernel helps them to be more competitive in their markets.
Minha tradução:
Nenhuma dessas empresas apóiam o desenvolvimento do Linux como um ato de caridade; em cada caso, essas empresas acreditam que a melhoria do núcleo [também chamado de kernel] as ajuda a ser mais competitiva em seus mercados.
Depois ainda dizem que software comercial é software proprietário. Recomendo a leitura na íntegra. Se você não estiver interessado em estatísticas de código, recomendo a leitura da conclusão, pelo menos.